segunda-feira, maio 1

Entenda o que esta por trás do terrorismo suicida muçulmano

A ingenuidade precisa acabar! Todos os ocidentais tem que entender o que é a Jihad atual como e onde ela surgiu, quem a patrocina e terminar de vez com os aspectos sociais e políticos da questão. O termo árabe allah (deus) não será usado para que o texto seja compreendido em português como seria compreendido em árabe, sem contaminação de palavras-icones.

A primeira grande pergunta é: por que muçulmanos matam muçulmanos e continuam achando vão ao paraíso? Isso não é expressamente proibido no Corão? É! A palavra "inferno" aparece 97 vezes no Corão.

Curiosamente, a proibição de matar um muçulmano está no capítulo "A Mulher" em (4:93) – " E para qualquer um que matar um crente (muçulmano) intencionalmente, sua punição será o inferno; ele vai morar lá, e Deus vai enviar sua ira sobre ele e amaldiçoá-lo, e preparar para ele uma dolorosa punição". Note que "qualquer um " se refere a crentes e infiéis indistintamente. Esse verso também é claro quanto à isenção de culpa em acidentes, mas não em sentenças de morte.

Mais adiante temos (4:115) – " E qualquer um que agir de forma hostil ao profeta depois da orientação (crença no deus único e no profeta) se manifestar nele, e seguir outro caminho diferente do dos crentes, nós (os crentes) vamos torná-lo no que ele tornou a si mesmo (infiel) e vamos fazê-lo entrar no inferno, um lugar de encontro do mal ".

Bom, a partir desses dois versos revelados à Maomé, foi criada uma ideologia chamada Salafi (ou Salafismo) e seu prolongamento mórbido, Takfiri (ou Takfirismo). A transliteração (não a tradução) das diversas formas do árabe para línguas latinas ou européias é confusa, como a do hebraico, gerando várias formas corretas. A palavra na qual todos precisam ficar ligados é " KAFIR" ou "KUFAR", que significa "infiel". Ela apareceu muito nos cartazes contra os cartuns de Maomé. Ou seja, dentro dos islã existem muçulmanos e kafiris. Você já deve ter percebido onde vou chegar.

Takfiri é aquele que determina que fulano de tal é um kafir. Entendeu? Existe um tipo de muçulmano, que baseado em 4:115 e em alguns outros versos, atribui o caráter de "infiel" de "descrente" a outro muçulmano. Takfiris acabam sendo clérigos sem formação teológica, auto-nomeados em suas próprias seitas e interpretam as ações de outros muçulmanos como sendo contra ou a favor do profeta ou de deus. Vamos a alguns exemplos.

Policiais iraquianos colaboram com americanos: são determinados como infiéis. Civis vendem mercadorias e não fazem greves ou não apóiam a resistência iraquiana: são infiéis. Mulheres muçulmanas andam com rosto descoberto: são infiéis. Governantes e líderes políticos fazem ou tentam fazer acordos com ocidentais: são infiéis. Príncipes e outros membros de famílias reais tem fortes laços comerciais com ocidentais: são infiéis. E por aí vai.

Para um membro de seita takfiri a possibilidade de denominar outros como infiéis é enorme e irrestrita. Qualquer muçulmano pode ser "transformado" em infiel à revelia enquanto vivo, diferente dos mórmons convertendo judeus depois de mortos, mas de forma semelhante, mostrando que essa "conversão" em ausência não é exclusividade do takfirismo. Quem é convertido sem saber, nunca fica sabendo e não tem o direito de se defender. Aliás, os infiéis só possuem o direito de morrer e ir para o inferno.

Mas foram os muçulmanos que criaram esse sistema? Não. Isso é coisa da Igreja Católica e começou na Primeira Cruzada, se estendendo até a última, feita pelos exército português no Norte da África. Há um "não matarás" (mais corretamente – não assassinarás) que acompanha os Cruzados, além de todos os pecados como: roubo, saque, estupro, tortura etc. Como então, em nome de deus, tais exércitos também ignoraram os mandamentos da religião pela qual lutavam? Havia um documento chamado de "Bula Papal", onde o Papa da vez absolvia por antecedência todos os pecados que viessem a ser cometidos pelos Cruzados enquanto em missão pela Igreja. Isso é muito bem documentado.

É o takfirismo ao contrário. Meu líder religioso me absolveu de todos os pecados que eu vier a cometer, portanto posso cometê-los sem receio de ir ao inferno ou morrer sem ser absolvido. Meu líder religioso determinou que aquelas pessoas as quais eu vou matar não são mais muçulmanas, são infiéis, são kafiris e pela minha religião tenho o dever de levá-las ao inferno.

Quando o takfirismo começou?

É aqui que a coisa pega. O que eu estou expondo, é novidade para você, mas há livros escritos sobre o assunto que ninguém quer enxergar. Tudo se resume à Guerra do Yom Kippur (1973). Era a guerra definitiva pela libertação da Palestina e pela expulsão dos judeus do Oriente Médio. Perderam. Israel se superou e venceu. A partir daí vem os acordos de paz com o Egito, que resultaram, em 1981, no assassinato de Anuar Sadat, presidente egípcio numa parada militar onde soldados saltaram de blindados e atiraram contra o palanque presidencial matando e ferindo várias pessoas.

Por que os fatos estão encadeados? 1973 árabes perdem a guerra; 1976 acordo de paz Egito Israel; 1979 União Soviética invade Afeganistão e Khomeini toma o poder na Pérsia, transformando-a no Irã; 1981 assassinato de Sadat; 1982 o Hamas é fundado.

Durante anos o ataque a Sadat foi atribuído à Irmandade Muçulmana, fundada por Hassan al-Banna, desde então, durante perseguida no Egito e responsável por outras dezenas de ataques contra chefes de estado e turistas. Hoje se sabe que Sadat foi denominado infiel por um sheik takifiri e executado como não muçulmano: seu crime foi fazer acordo com os judeus. Um dos planejadores do grupo que executou seu assassinado foi o médico egípcio Al Zawahiri, hoje o número 1 da Al Qaeda, se Osama estiver morto.

A coisas estão começando a juntar? Está percebendo porque a Al Qaeda não se importa em estraçalhar muçulmanos, em atacar na Arábia Saudita, no Iraque, no Líbano, na Jordânia, no Afeganistão, no Paquistão, na Indonésia e em outros lugares? Está percebendo porque na Argélia os grupos que foram lutar contra os russos no Afeganistão comandados por bin Ladden, Zawahiri, Khalid Sheik Mohamed e o Mulah Omar, voltaram para a Argélia, se incorporaram ao GIA (Grupo Islâmico Armado) e atacavam aldeias indefesas decapitando todos os seus moradores, fazendo propaganda da morte de crianças e mulheres como isso fosse o bom islã? Está percebendo porque a Al Qaeda já decretou a sentença de morte dos dirigentes dos países árabes? É tudo uma questão da ideologia do takifirismo salafi. Todos os condenados e todos os que morrem não são mais muçulmanos antes do começo da missão de ataque, portanto o inferno está descartado para o suicida e o paraíso continua assegurado por ter assassinado apenas infiéis.

Entram nessa sopa ideológica suicida os membros mais extremistas desde o Hamas, ao Abu Sayaf das Filipinas, passando pelo Hezbollah, pelos chechenos, pelos separatistas da Cachemira.

O takfirismo é uma cisão dentro do salafismo. Estamos falando apenas dos últimos 30 anos. É apenas uma geração de propaganda, recrutamento, ensino e ação. O salafismo foi criado na Arábia Saudita e é responsável pela interpretação extrema do islã, com a obrigação das mulheres andarem cobertas, com a proibição delas dirigirem carros, estudarem etc. Seu ápice foi o regime Taliban. O salafismo também nutre um ódio mortal contra cristãos e judeus. Existe uma estimativa – impossível de confirmar – que hoje, cerca de 15% dos mulçumanos, cerca de 200 milhões de pessoas seguiriam a linha salafi ou a apóia ativamente com dinheiro ou proselitismo.

A maioria dos salafis não apóia diretamente o terrorismo, mas todos os terroristas (incluindo Osama bin Laden) e grupos armados muçulmanos atuais seguem o Salafismo, e fazem parte de sua ala mais extremista, o takfirismo. Não é a toa que a estatística dos suicidas colhida no Iraque aponta para 70% de sauditas e 15% de sírios. Iraquianos mesmo, quase nenhum: iraquianos são as vítimas. Quase todos os terroristas do 9/11 eram sauditas.

Wahhabis e salafis

O salafismo é uma heresia islâmica fundada no século 18 por Muhammad 'Abd al-Wahhab na Arábia Saudita. O movimento wahhabita, depois de muitos insucessos, chegou ao poder em 1932 com o fundador da dinastia saudita, o rei Muhammad Ibn Sa'ud, mas ficou restrito ao reino saudita durante várias décadas. Ainda hoje, o órgão central do salafismo, a Hayat al-Da'wa, liderada por 'Abd al-Rahman Aal al-Sheikh, está sediada em Riad.

Foi só em 1979, com a invasão soviética do Afeganistão e a Revolução Iraniana, que o wahhabismo começou sua expansão internacional com o nome de salafismo. Os responsáveis diretos pela sua divulgação e expansão, que pretendia então conter a ameaça soviética e xiita no mundo muçulmano, foram a Arábia Saudita, que forneceu a ideologia, os fundos e os pregadores; o Paquistão, que forneceu a logística, as armas, a organização das escolas islâmicas (madrasas) e os campos de treinamento militar para os militantes; e os Estados Unidos, que por sua vez deram sua aprovação e participaram do planejamento da operação.

Muitos dos mujahiddin afegãos e dos militantes internacionais que lutaram contra os russos (como o próprio Bin Laden e muitos seguidores da al-Qaeda) foram formados e treinados naquela época, com a ideologia salafi. A criatura acabou virando-se contra o criador, e para os EUA e seus aliados o movimento transformou-se num perigosíssimo monstro fora de controle. Não se pode esquecer que por várias vezes o Irã quase invadiu o Afeganistão taliban, por achar a interpretação islâmica muito radical pelos talibans e que no meio disso houve a Guerra Irã-Iraque, onde o Iraque atacou o Irã de Khomeini num conflito de 10 anos.

Os fundamentalistas armados viram na queda da União Soviética depois do fracasso no Afeganistão uma vitória das forças islâmicas, e decidiram continuar essa luta vitoriosa abrindo outras frentes: Bósnia, Albânia, Kosovo, Chechênia, Daguestão, Cachemira, no que alguns analistas chegaram a definir uma Internacional Islâmica, lembrando as Brigadas internacionais na Guerra Civil Espanhola nos anos 30.

Os mais extremistas criaram o movimento takfiri, conseguiram a independência em organização, financiamentos e armas, e passaram a considerar os Estados Unidos como a maior ameaça contra o islã, por ser a ponta de lança da cultura e mentalidade ocidentais, e fizeram deles o alvo prioritário das suas operações.

O que diferencia o wahhabi-salafismo, e mais ainda o takfirismo, do Islamismo, e por que dele acaba surgindo o terrorismo?

O wahhabismo nasce como uma tentativa de modernização do Islã, mas acaba negando seus principais fundamentos. Os salafis, em nome da autonomia pessoal e da livre escolha, negam todos os cânones dos textos sagrados islâmicos, com a única exceção do Corão.

Mesmo o Corão eles interpretam como lhes parece mais útil, sem aceitar os comentários posteriores, muitas vezes da forma mais literal. Outra novidade importante introduzida pelo salafismo é a possibilidade de promulgar "fatwas" (éditos para os demais muçulmanos) sem ser autoridades religiosas reconhecidas: assim, Osama Bin Laden e seu braço direito, Ayman al-Zawahiri, sem nenhum fundamento espiritual e sem nenhum direito religioso, proclamaram em 1998 uma "fatwa" que ordenava aos muçulmanos a guerra santa contra os americanos e os judeus. Renovada a toda hora na Internet e pela Al Jazeera.

Os salafis também são violentamente contrários à arte religiosa (por isso os talibans destruíram as gigantescas estátuas de Buda de Bamiyan e os salafis sauditas, vários edifícios sagrados da história do Islã), contrários à mística, à filosofia e à teologia, aos direitos da mulher, à liberdade religiosa e à tolerância, e mais em geral a todas as formas de cultura, civilização e pensamento ocidental.

Contrariamente a qualquer religião revelada, incluindo o próprio islã, o takfirismo incentiva o suicídio, e promete o Paraíso àqueles que se matam carregando junto vítimas indefesas, mesmo estes tendo cometido todos os pecados possíveis. Como escreve Oliveti no seu livro, "eles acreditam numa das mais monstruosas inversões que já cruzaram a mente humana: seus seguidores podem ser os piores possíveis, mas se matarem gente e morrerem junto, conseguirão a salvação eterna".

Por que o Salafismo, apesar de sua ideologia herética, sectária e iconoclasta, e o takfirismo, com toda sua violência delirante, conseguiram abocanhar tantos seguidores e tanto apoio no mundo muçulmano? A primeira resposta, segundo Oliveti, é a eficiência da máquina de propaganda criada pela Arábia Saudita e o fluxo de dinheiro colocado a serviço da ideologia Salafi.

Um exemplo disto: os sauditas financiam a construção de mesquitas no mundo inteiro, com a condição de que o xeque que tomará conta dela seja Salafi. Há milhares de xeques e autoridades muçulmanas locais, no mundo inteiro, que recebem vultosos salários em dólares para apoiar a causa do Salafismo.

No Brasil

No Brasil, a maioria das mesquitas que surgiram nos últimos 10 a 15 anos são regidas por salafis, o xeque que nelas opera é salafi, e boa parte das pessoas que as freqüenta, se já não são salafis, estão sujeitas à pesada propaganda e às pressões ideológicas, políticas e religiosas dos adeptos do salafismo. O que isto quer dizer? Quer dizer que mesmo aqui no Brasil, os muçulmanos que não se dobrem à mentalidade salafi, sejam eles simples fiéis de outros ritos ortodoxos ou praticantes do sufismo, poderão ser perseguidos, caluniados, excluídos do ensino muçulmano e das outras atividades e eventos da comunidade, afastados das mesquitas, e nos casos mais extremos até vítimas de agressões verbais e físicas, como já acontece em outros países.

Isto quer dizer também que pode haver no Brasil um número indefinido de pessoas ligadas ao setor mais extremista do salafismo, o takfirismo, que apóiam ativamente os movimentos extremistas e terroristas na Palestina e no Líbano (Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina) e até a al-Qaeda, como demonstra a estadia no Brasil em 1995 dos membros da cúpula terrorista, Osama bin Laden e Khalid Shaikh Mohammed.

Este apoio pode ir desde angariar fundos, até selecionar, recrutar e formar jovens para a luta armada, esconder e abrigar terroristas procurados, ou por fim fornecer material e locais para treinamento.Vários grupos terroristas islâmicos usam projetos e serviços sociais (escolas, hospitais, beneficência), mídia e editoras (principalmente revisionistas e de propaganda anti-semita e anti-americana), para sustentar e encobertar suas atividades ilegais, e especialmente para recolher fundos particulares e até públicos sem levantarem suspeitas.

Quantos são, por exemplo, os descendentes de palestinos, sírios e libaneses no Brasil – principalmente da área de Foz do Iguaçu, São Paulo e Manaus – que doam dinheiro para as atividades legais e benéficas do Hamas ou do Hezbollah? Quanto dos fundos doados ajuda a financiar o terrorismo? Quanto recolhem os salafis para a zakat (o dízimo muçulmano) no Brasil e quanto é redistribuído nas comunidades salafis do mundo inteiro (ou para os militantes takfiri), sem que haja o menor controle da sociedade?

A maioria dos sectários e prosélitos do salafismo mal sabe ler e nunca leu livros, nunca leu o Corão. A prática do "está escrito no Corão" é utilizada à exaustão. Mesmo a maioria dos próprios xeques salafi sabem pouco ou nada das doutrinas islâmicas, senão nem poderiam aderir a um movimento que distorce e manipula a doutrina sagrada e refuta seus exemplos mais elevados. Todos se contentam em seguir e adotar sem questionamento os ensinos e ditados primários que lhes são repassados por ideólogos e líderes sem escrúpulos, como os xeques Ibn Baz, al-Albani, Abu Hamza, Omar Bakri e outros.

O salafismo tira proveito da falta de cultura formal das massas muçulmanas, que foram perdendo suas características culturais, suas tradições, suas estruturas internas e seus princípios sob a pressão do mundo moderno e ocidental, para recriar e impor um islã pretensamente "universal", "purificado" de seus costumes locais e tradições antigas, e portanto adaptável a todas as sociedades, principalmente urbanas.

Os alvos do Salafismo não são as comunidades reais, ainda sólidas e estruturadas, mas os indivíduos isolados, produto do desmembramento de suas nações, coletividades, famílias, que buscam sua identidade perdida numa fé sem passado, sem fundamentos reais, sem verdadeiro conteúdo a não ser um fanatismo primário, cego e obtuso. Um dos alvos mais importantes são os convertidos ao islã, aos quais são apresentados os valores salafis distorcidos e não o islã tradicional. Isso vai ficando cada vez melhor documentado quando lembramos dos dois ingleses (convertidos) que atacaram um café cheio de jovens na praia de Tel Aviv, e dos ataques em Londres, nos quais três terroristas eram jovens muçulmanos na faixa dos 20 anos e um era jamaicano recém convertido ao islã, além de vários outros presos em Guantânamo, incluindo aí um monte de americanos convertidos ao islã.

Existe ainda uma última consideração. Paraíso e Inferno são eternos, pelo menos até o Dia do Julgamento Final. Ir para um ou para outro por uma interpretação de um verso é algo muito estranho. Mesmo que os suicidas não atinjam nem um nem outro de seus objetivos acabam entrando imediatamente numa eternidade tecnológica, um paraíso virtual, que é a Internet, cheia de páginas com fotos, vídeos e áudios dos suicidas e seus líderes, com canções e poesias feitas em sua homenagem, praticamente sem referência à suas vítimas, que continuam anônimas infiéis...

Espero que você tenha chegado até o final deste texto.

Links úteis para entender melhor a questão

Pesquisa do Corão em inglês por palavra chave - http://www.hti.umich.edu/k/koran/

http://www.aijac.org.au/updates/Apr-04/020404.html - imigração como arma dos takfiris

http://www.janes.com/press/articles/pc050131_1.shtml - recurtamento takfiri na Europa

http://www.pwhce.org/takfiri.html - definições e história

http://en.wikipedia.org/wiki/Takfiri - na Wikipedia

http://www.ict.org.il/inter_ter/orgdet.cfm?orgid=95 – ICT em Israel

http://www.americanenergyindependence.com/takfiri.html -história da Al Qaeda

http://www.globalsecurity.org/military/intro/islam-salafi.htm - salafismo

http://www.salafi.net/ - se você sabe árabe, vá direto à fonte

judeu